quarta-feira, 28 de julho de 2010

ALGUNS ATALHOS DO OUTLOOK EXPRESS

Ctrl + D - Apaga mensagem
Ctrl + E - Localiza pessoa no catálogo de endereços
Ctrl + F - Encaminha mensagem
Ctrl + J - Vai à próxima pasta com mensagens não lidas
Ctrl + M - Enviar e receber mensagens
Ctrl + N - Nova mensagem
Ctrl + que - Marca mensagem como lida
Ctrl + R - Responde ao autor
Ctrl + S - Salva mensagem
Ctrl + Enter - Quando conectado e com destinatário definido, envia mensagem
Ctrl + F3 - Exibe código-fonte da mensagem
Ctrl + Shift + A - Marca todas mensagens de uma pasta como lidas
Ctrl + Shift + B - Abre catálogo de endereços
Ctrl + Shift + E - Abre janela para criar nova pasta
Ctrl + Shift + F - Localiza mensagem
Ctrl + Shift + N - Cria nova entrada no catálogo de endereços
Ctrl + Shift + O - Abre opções do Outlook Express
Ctrl + Shift + R - Responder a todos
Esc - Fecha mensagem

ATALHO PARA EDITORES DE TEXTO

Menu Arquivo

CTRL + O - Novo
CTRL + A - Abrir
CTRL + B - Salvar
CTRL + P - Imprimir

Menu Editar

CTRL + - Desfazer
CTRL + R - Repetir
CTRL + X - Recortar
CTRL + C - Copiar
CTRL + V - Colar
CTRL + T - Selecionar todo o texto
CTRL + L - Localizar
CTRL + U - Substituir
CTRL + Y - Ir para

Outros

CTRL+→ - Mover o cursor para o início da próxima palavra
CTRL+← - Mover o cursor para o início da palavra anterior
CTRL+↓ - Mover o cursor para o início do próximo parágrafo
CTRL+↑ - Mover o cursor para o início do parágrafo anterior
CTRL+ F4 - Fechar documento ativo/janela de programa

TECLAS DE FUNÇÕES PARA CARACTERES E PARÁGRAFOS

CTRL + SHIFT + > - Aumenta o tamanho da letra
CTRL + SHIFT + < - Diminui o tamanho da letra
CTRL + SHIFT + A - Maiúsculas
CTRL + SHIFT + W - Sublinhado mas só em palavras
CTRL + SHIFT + D - Duplo sublinhado
CTRL + SHIFT + K - Maiúsculas pequenas
CTRL + SHIFT + ** - Visualiza caracteres não imprimíveis
CTRL + SHIFT + C - Copia formatos
CTRL + SHIFT + V - Cola formatos
CTRL + ] - Aumenta o tamanho da letra um ponto
CTRL + [ - Diminui o tamanho da letra um ponto
CTRL + D - Formatação de fontes
CTRL + N - Negrito
CTRL + S - Sublinhado
CTRL + I - Itálico
CTRL + BARRA ESPAÇO - Remove formatação manual
CTRL + que - Parágrafo simples abaixo
CTRL + 1 - Define espaçamento simples entre linhas
CTRL + 2 - Define espaçamento duplo entre linhas
CTRL + 5 - Define espaçamento entre linhas de 1,5
CTRL + zero - Remove um espaço entre linhas que antecede um parágrafo
CTRL + J - Justifica um parágrafo
CTRL + E - Centraliza Parágrafo
CTRL + G - Parágrafo à direita
CTRL + M - Avança um parágrafo a partir da esquerda
CTRL + SHIFT + M - Remove um avanço de parágrafo à esquerda
CTRL + SHIFT + J - Cria um avanço pendente
CTRL + SHIFT + T - Reduz um avanço pendente
CTRL + SHIFT + S - Aplica sublinhado
CTRL + SHIFT + N - Aplica um estilo normal
CTRL + SHIFT + L - Aplica o estilo "Lista"
ALT + CTRL + K - Inicia formatação automática
ALT + CTRL + 1 - Aplica o estilo "Título 1"
ALT + CTRL + 2 - Aplica o estilo "Título 2"
ALT + CTRL + 3 - Aplica o estilo "Titulo 3"
Alt + Ctrl + F - Insere nota de rodapé
Alt + Ctrl + I, O, P ou N - Muda estilo de visualização da página
Alt + Ctrl + Y - Vai para início da página seguinte
Alt + Ctrl + M - Insere comentário
Ctrl + = - Aplica subscrito
Ctrl + Shift + + - Aplica sobrescrito
Ctrl + End* - Vai para fim do documento
Ctrl + Del - Apaga palavra seguinte
SHIFT + F1 - Remove formatação de texto
Shift + F3 - Aplica letras maiúsculas em todo o texto selecionado

TECLAS DE ATALHOS PARA FUNÇÕES

Teclas de funções
F1 - Ajuda; Ajuda "On line"; Assistente do Office
F4 - Repetir a última ação
F5 - Comando "ir para" (menu Editar)
F7 - Ortografia e gramática (menu Ferramentas)
F12 - Salvar como
SHIFT + F1 - Ativa interrogação da ajuda
SHIFT + F3 - Altera as letras maiúsculas minúsculas
SHIFT + F4 - Repete uma ação de localizar e/ou "ir para"
SHIFT + F5 - Desloca-se para uma revisão anterior
SHIFT + F7 - Dicionário de sinônimos (menu Ferramentas)
SHIFT + F10 - Visualiza o menu de atalhos/botão direito do mouse
CTRL + F2 - Vai para a tela visualização
CTRL + F9 - Insere um campo vazio para digitação
CTRL + F10 - Minimiza a janela do documento
CTRL + F12 - Abrir (menu arquivo)
ALT + F5 - Restaura o tamanho da janela do programa
ALT + F7 - Localiza o erro ortográfico seguinte
ALT + F10 - Maximiza a janela do programa

terça-feira, 27 de julho de 2010

Olá pessoal,
Na edição da revista INFO do mês de julho de 2010 parei para prestar atenção em um artigo muito interessante falando sobre a nova tecnologia dos e-books, chamada O DESAFIO DO E-BOOK.
Por ser muito interessante resolvi postar aqui. Quem a escreveu foi o escritor DON TAPSCOTT. Espero que gostem

O DESAFIO DO E-BOOK
O LIVRO DIGITAL REDEFINE OS PDRÕES DA INDÚSTRIA EDITORIAL


1- Desperdício de papel. O autor que publica seu livro às próprias expensas foi sempre visto com uma ponta de desprezo. Por trás disso está a idéia de que o autor é incapaz de encontrar uma editora que tope arriscar o tempo e o dinheiro necessários para colocar seu livro no mercado – ou porque o assunto não parece interessante ou porque o material é considerado qualitativamente pobre. Os editores querem ter segurança de que o livro vai vender bem o suficiente para cobrir as despesas de impressão, armazenamento e promoção.

Mas esse estigma da autopublicação pode desaparecer em breve. A indústria livreira está pronta para uma grande mudança. Ela é incrivelmente ineficiente: cerca de 30% dos livros retornam ao editor porque não são vendidos. Os editores citam esse desperdício como uma razão pela qual cobram caro, particularmente dos autores iniciantes.

2- Leitores digitais. Com a chegada de dispositivos como o Kindle, da Amazon, em 2007 – e agora o incrivelmente popular iPad, da Apple-, o desperdício e os custo de impressão, armazenamento, distribuição obviamente desaparecem. E com a internet as mídias sociais, o autor pode conquistar ou manter notoriedade a um custo relativamente baixo.
Então as editoras são irrelevantes? A Amazon acha que sim. Ela anunciou este ano que vai pagar aos autores 70% do preço de venda do e-book se o autor fizer a distribuição diretamente com ela.
Como o escritor normalmente recebe royalties de 15% a 20%, a oferta da Amazon sem dúvida vai soar tentadora. Na convenção anual da indústria livreira, realizada recentemente em Nova York, um editor sugeriu que dentro de cinco anos os e-books vão responder por metade do mercado.

3-Impressão sob encomenda. Antes do Kindle, a Amazon promoveu a idéia da autopublicação por meio de seu CreateSpace, serviço que imprime livros, um de cada vez. O autor envia o texto e a arte da capa e a Amazon faz o resto. O CreateSpace também produz CDs e DVDs sob encomenda. O serviço dá acesso a mais de 2 milhões de títulos, embora nem todos sejam autopublicados. Os editores também estão usando o serviço para tornar disponíveis títulos esgotados. No mesmo rumo, há algumas semanas a Barnes & Noble revelou sua própria versão de CreateSpace, chamada Publt.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

VERDADES E MITOS SOBRE BATERIAS DE NOTEBOOK E CELULARES


Pessoal tirei isso do site do G1 da Globo, e achei interessante postar, confira:


Mitos e verdades sobre baterias de celular e notebooks

- Toda bateria deve ter sua carga usada até o final para, então, ser recarregada.

Mito. As baterias atualmente usadas em equipamentos eletrônicos são as de polímero de íon de lítio, que dispensam o cumprimento de ciclos completos de carga e descarga. Por isso, o usuário pode ligar o equipamento à tomada antes de acabar a carga.

Antes de deixar de lado esses cuidados, no entanto, confirme se a bateria de seus eletrônicos é mesmo de íon de lítio – algo bastante provável se eles foram adquiridos nos últimos anos.


- Se a bateria for carregada antes de chegar ao fim, sofrerá o efeito memória: precisará de mais carga antes mesmo que a energia armazenada chegue ao fim.

Mito. Isso acontecia com as antigas baterias de níquel -- elas exigiam o cumprimento completo de um ciclo de carga e descarga --, mas não se repete com as atuais baterias de íon de lítio. Dessa forma, dizem os fabricantes, o usuário pode carregar o eletrônico quando bem entenderem.

- Nunca posso parar de carregar um eletrônico antes de a carga chegar a 100%.

Mito. As baterias atualmente usadas em equipamentos eletrônicos são as de polímero de íon de lítio, que dispensam o cumprimento de ciclos completos de carga e descarga. Por isso, o usuário pode desconectar o equipamento da tomada antes a bateria estar 100% carregada.
Com o passar do tempo, o período em que a bateria retém a carga reduz.


- O período em que a bateria retém a carga diminui com o tempo.

Verdade. O período em que ela retém a carga reduz, de acordo com a forma como ela é usada – quanto mais cuidados por parte do usuário, maior a demora para essa consequência negativa aparecer. Fato é que existe a possibilidade de o consumidor ter de trocar a bateria do celular ou notebook uma vez (ou até algumas vezes) durante a vida útil desses eletrônicos.
Segundo a Apple, uma bateria removível mantida adequadamente está projetada para reter até 80% da sua capacidade original em 300 ciclos de carga e descarga completas.

- O uso de carregadores e baterias não-autorizados pelo fabricante pode ser perigoso.

Verdade. Pelo fato de não terem passado por controle de qualidade, os fabricantes desaconselham o uso de equipamentos produzidos por empresas não-autorizadas. Nesse casos, é possível que a carga da bateria dure menos tempo que o esperado e que o carregador não pare de enviar carga, mesmo quando a bateria já tiver chegado aos 100%. Sem garantia, o consumidor insatisfeito não terá para quem reclamar.

- Os eletrônicos devem ser desconectados da tomada logo após a bateria encher.

Mito. Desde que os carregadores utilizados sejam originais, eles identificam quando o carregamento da bateria chegou a 100% e, então, param de enviar energia. Por isso, não há perigo de sobrecarga quando os equipamentos são todos originais.

“Se os equipamentos forem ‘alternativos’, no entanto, não há garantia de que passaram por testes de qualidade. Nesse caso, a energia pode continuar sendo mandada mesmo quando a carga estiver completa, podendo causar superaquecimento e danos na bateria”, explicou ao G1 Marcelo Zanateli, professor e coordenador do curso de engenharia de telecomunicações da FEI.

- A bateria do notebook não pode ser guardada completamente sem carga.

Verdade. Os fabricantes dizem que, mesmo quando guardada, a bateria guardada ainda pode perder carga: se ela já estiver vazia, isso pode fazer com que perca completamente sua função. Há controvérsias entre as empresas sobre a quantidade de carga ideal para o armazemanento. Enquanto a Apple aconselha 50%, a Dell fala em 100%, por exemplo. O ideal é confirmar com o fabricante de seu próprio eletrônico.

- A primeira carga do eletrônico deve sempre durar sempre mais.

Depende do que diz o manual de instruções. No caso de alguns produtos, especialmente telefones celulares, os usuários podem começar a usar a novidade sem dar qualquer carga inicial. Já quando se trata de notebooks, é possível que o consumidor tenha de encher a bateria durante o primeiro uso.

- O ideal é que o eletrônico seja carregado quando está desligado.

Mito. Os aparelhos podem ser carregados quando estão ligados e em uso: neste caso, a única consequência negativa é que pode levar um pouco mais de tempo para que a carga chegue a 100%.


- Quando o notebook estiver em uso e ligado à tomada, o usuário deve retirar a bateria.

Mito. Marcelo Zanateli, da FEI, afirma que não há qualquer benefício quando o usuário toma esse tipo de cuidado. Quando o computador estiver conectado à tomada, diz o especialista, tanto faz se a bateria está ou não encaixada na máquina (isso porque o notebook usa como fonte a rede elétrica; a bateria funciona apenas como uma “passagem” para a carga).


- Carregar o eletrônico sob o sol pode ser perigoso.

Verdade. A capacidade da bateria pode ser danificada se o eletrônico for utilizado em ambiente com temperatura acima de 35º C – os danos são ainda maiores se, sob essa temperatura, o usuário carregar a bateria do aparelho.

“Além da temperatura, é importante realizar a carga em um ambiente arejado. O processo de recarga dissipa calor e é importante que ele seja jogado pra fora do eletrônico”, ensina Marcelo Zanateli, da FEI. Por isso, nada de carregar aparelhos dentro de gavetas ou em cima da cama, por exemplo.


- Periféricos associados ao notebook – impressoras e câmeras digitais – consomem energia do portátil e, portanto, gastam sua bateria mais rapidamente.

Verdade. O tempo da bateria diminui quando o usuário executa operações como o uso de periféricos ligados à máquina via cabo USB, de dispositivos de comunicação sem fio e de unidades ópticas (CD, DVD).

- É possível ajustar meu notebook para que ele gaste menos bateria.

Verdade. Para selecionar a opção “econômica”, os usuários do Windows devem clicar em Iniciar > Painel de controle > Hardware e som > Opções de energia > Selecionar plano de energia. A Apple também ensina, em seu site, a configuração ideal para maximizar a duração da carga da bateria: veja aqui como fazer.

- Usar carregador veicular pode prejudicar a bateria do telefone celular.

Verdade. Isso porque, se colocado no painel do carro, por exemplo, é possível que a temperatura do telefone celular aumente. Dessa forma, seus componentes dilatam, o que podem causar mal funcionamento do aparelho. Outros ambientes desaconselhados pelo professor Marcelo Zanateli, da FEI, são os de praia, de piscina e também o banheiro, onde há umidade.

- As baterias de produtos eletrônicos não podem ser jogadas em lixo comum.

Verdade. Quando são jogados no lixo comum, as substâncias químicas presentes nos eletrônicos penetram no solo, podendo entrar em contato com lençóis freáticos – se isso acontece, substâncias como mercúrio, cádmio, arsênio, cobre, chumbo e alumínio contaminam plantas e animais por meio da água. Com isso, é possível que a ingestão dos alimentos contaminados intoxique os humanos

sexta-feira, 22 de maio de 2009