quarta-feira, 28 de julho de 2010
TECLAS DE ATALHOS PARA FUNÇÕES
F1 - Ajuda; Ajuda "On line"; Assistente do Office
F4 - Repetir a última ação
F5 - Comando "ir para" (menu Editar)
F7 - Ortografia e gramática (menu Ferramentas)
F12 - Salvar como
SHIFT + F1 - Ativa interrogação da ajuda
SHIFT + F3 - Altera as letras maiúsculas minúsculas
SHIFT + F4 - Repete uma ação de localizar e/ou "ir para"
SHIFT + F5 - Desloca-se para uma revisão anterior
SHIFT + F7 - Dicionário de sinônimos (menu Ferramentas)
SHIFT + F10 - Visualiza o menu de atalhos/botão direito do mouse
CTRL + F2 - Vai para a tela visualização
CTRL + F9 - Insere um campo vazio para digitação
CTRL + F10 - Minimiza a janela do documento
CTRL + F12 - Abrir (menu arquivo)
ALT + F5 - Restaura o tamanho da janela do programa
ALT + F7 - Localiza o erro ortográfico seguinte
ALT + F10 - Maximiza a janela do programa
terça-feira, 27 de julho de 2010
Na edição da revista INFO do mês de julho de 2010 parei para prestar atenção em um artigo muito interessante falando sobre a nova tecnologia dos e-books, chamada O DESAFIO DO E-BOOK.
Por ser muito interessante resolvi postar aqui. Quem a escreveu foi o escritor DON TAPSCOTT. Espero que gostem
1- Desperdício de papel. O autor que publica seu livro às próprias expensas foi sempre visto com uma ponta de desprezo. Por trás disso está a idéia de que o autor é incapaz de encontrar uma editora que tope arriscar o tempo e o dinheiro necessários para colocar seu livro no mercado – ou porque o assunto não parece interessante ou porque o material é considerado qualitativamente pobre. Os editores querem ter segurança de que o livro vai vender bem o suficiente para cobrir as despesas de impressão, armazenamento e promoção.
Mas esse estigma da autopublicação pode desaparecer em breve. A indústria livreira está pronta para uma grande mudança. Ela é incrivelmente ineficiente: cerca de 30% dos livros retornam ao editor porque não são vendidos. Os editores citam esse desperdício como uma razão pela qual cobram caro, particularmente dos autores iniciantes.
2- Leitores digitais. Com a chegada de dispositivos como o Kindle, da Amazon, em 2007 – e agora o incrivelmente popular iPad, da Apple-, o desperdício e os custo de impressão, armazenamento, distribuição obviamente desaparecem. E com a internet as mídias sociais, o autor pode conquistar ou manter notoriedade a um custo relativamente baixo.
Então as editoras são irrelevantes? A Amazon acha que sim. Ela anunciou este ano que vai pagar aos autores 70% do preço de venda do e-book se o autor fizer a distribuição diretamente com ela.
Como o escritor normalmente recebe royalties de 15% a 20%, a oferta da Amazon sem dúvida vai soar tentadora. Na convenção anual da indústria livreira, realizada recentemente em Nova York, um editor sugeriu que dentro de cinco anos os e-books vão responder por metade do mercado.
3-Impressão sob encomenda. Antes do Kindle, a Amazon promoveu a idéia da autopublicação por meio de seu CreateSpace, serviço que imprime livros, um de cada vez. O autor envia o texto e a arte da capa e a Amazon faz o resto. O CreateSpace também produz CDs e DVDs sob encomenda. O serviço dá acesso a mais de 2 milhões de títulos, embora nem todos sejam autopublicados. Os editores também estão usando o serviço para tornar disponíveis títulos esgotados. No mesmo rumo, há algumas semanas a Barnes & Noble revelou sua própria versão de CreateSpace, chamada Publt.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
VERDADES E MITOS SOBRE BATERIAS DE NOTEBOOK E CELULARES
Pessoal tirei isso do site do G1 da Globo, e achei interessante postar, confira:
- Toda bateria deve ter sua carga usada até o final para, então, ser recarregada.
Mito. As baterias atualmente usadas em equipamentos eletrônicos são as de polímero de íon de lítio, que dispensam o cumprimento de ciclos completos de carga e descarga. Por isso, o usuário pode ligar o equipamento à tomada antes de acabar a carga.
Antes de deixar de lado esses cuidados, no entanto, confirme se a bateria de seus eletrônicos é mesmo de íon de lítio – algo bastante provável se eles foram adquiridos nos últimos anos.
- Se a bateria for carregada antes de chegar ao fim, sofrerá o efeito memória: precisará de mais carga antes mesmo que a energia armazenada chegue ao fim.
Mito. Isso acontecia com as antigas baterias de níquel -- elas exigiam o cumprimento completo de um ciclo de carga e descarga --, mas não se repete com as atuais baterias de íon de lítio. Dessa forma, dizem os fabricantes, o usuário pode carregar o eletrônico quando bem entenderem.
- Nunca posso parar de carregar um eletrônico antes de a carga chegar a 100%.
Mito. As baterias atualmente usadas em equipamentos eletrônicos são as de polímero de íon de lítio, que dispensam o cumprimento de ciclos completos de carga e descarga. Por isso, o usuário pode desconectar o equipamento da tomada antes a bateria estar 100% carregada.
Com o passar do tempo, o período em que a bateria retém a carga reduz.
- O período em que a bateria retém a carga diminui com o tempo.
Verdade. O período em que ela retém a carga reduz, de acordo com a forma como ela é usada – quanto mais cuidados por parte do usuário, maior a demora para essa consequência negativa aparecer. Fato é que existe a possibilidade de o consumidor ter de trocar a bateria do celular ou notebook uma vez (ou até algumas vezes) durante a vida útil desses eletrônicos.
Segundo a Apple, uma bateria removível mantida adequadamente está projetada para reter até 80% da sua capacidade original em 300 ciclos de carga e descarga completas.
- O uso de carregadores e baterias não-autorizados pelo fabricante pode ser perigoso.
Verdade. Pelo fato de não terem passado por controle de qualidade, os fabricantes desaconselham o uso de equipamentos produzidos por empresas não-autorizadas. Nesse casos, é possível que a carga da bateria dure menos tempo que o esperado e que o carregador não pare de enviar carga, mesmo quando a bateria já tiver chegado aos 100%. Sem garantia, o consumidor insatisfeito não terá para quem reclamar.
- Os eletrônicos devem ser desconectados da tomada logo após a bateria encher.
Mito. Desde que os carregadores utilizados sejam originais, eles identificam quando o carregamento da bateria chegou a 100% e, então, param de enviar energia. Por isso, não há perigo de sobrecarga quando os equipamentos são todos originais.
“Se os equipamentos forem ‘alternativos’, no entanto, não há garantia de que passaram por testes de qualidade. Nesse caso, a energia pode continuar sendo mandada mesmo quando a carga estiver completa, podendo causar superaquecimento e danos na bateria”, explicou ao G1 Marcelo Zanateli, professor e coordenador do curso de engenharia de telecomunicações da FEI.
- A bateria do notebook não pode ser guardada completamente sem carga.
Verdade. Os fabricantes dizem que, mesmo quando guardada, a bateria guardada ainda pode perder carga: se ela já estiver vazia, isso pode fazer com que perca completamente sua função. Há controvérsias entre as empresas sobre a quantidade de carga ideal para o armazemanento. Enquanto a Apple aconselha 50%, a Dell fala em 100%, por exemplo. O ideal é confirmar com o fabricante de seu próprio eletrônico.
- A primeira carga do eletrônico deve sempre durar sempre mais.
Depende do que diz o manual de instruções. No caso de alguns produtos, especialmente telefones celulares, os usuários podem começar a usar a novidade sem dar qualquer carga inicial. Já quando se trata de notebooks, é possível que o consumidor tenha de encher a bateria durante o primeiro uso.
- O ideal é que o eletrônico seja carregado quando está desligado.
Mito. Os aparelhos podem ser carregados quando estão ligados e em uso: neste caso, a única consequência negativa é que pode levar um pouco mais de tempo para que a carga chegue a 100%.
- Quando o notebook estiver em uso e ligado à tomada, o usuário deve retirar a bateria.
Mito. Marcelo Zanateli, da FEI, afirma que não há qualquer benefício quando o usuário toma esse tipo de cuidado. Quando o computador estiver conectado à tomada, diz o especialista, tanto faz se a bateria está ou não encaixada na máquina (isso porque o notebook usa como fonte a rede elétrica; a bateria funciona apenas como uma “passagem” para a carga).
- Carregar o eletrônico sob o sol pode ser perigoso.
Verdade. A capacidade da bateria pode ser danificada se o eletrônico for utilizado em ambiente com temperatura acima de 35º C – os danos são ainda maiores se, sob essa temperatura, o usuário carregar a bateria do aparelho.
“Além da temperatura, é importante realizar a carga em um ambiente arejado. O processo de recarga dissipa calor e é importante que ele seja jogado pra fora do eletrônico”, ensina Marcelo Zanateli, da FEI. Por isso, nada de carregar aparelhos dentro de gavetas ou em cima da cama, por exemplo.
- Periféricos associados ao notebook – impressoras e câmeras digitais – consomem energia do portátil e, portanto, gastam sua bateria mais rapidamente.
Verdade. O tempo da bateria diminui quando o usuário executa operações como o uso de periféricos ligados à máquina via cabo USB, de dispositivos de comunicação sem fio e de unidades ópticas (CD, DVD).
- É possível ajustar meu notebook para que ele gaste menos bateria.
Verdade. Para selecionar a opção “econômica”, os usuários do Windows devem clicar em Iniciar > Painel de controle > Hardware e som > Opções de energia > Selecionar plano de energia. A Apple também ensina, em seu site, a configuração ideal para maximizar a duração da carga da bateria: veja aqui como fazer.
- Usar carregador veicular pode prejudicar a bateria do telefone celular.
Verdade. Isso porque, se colocado no painel do carro, por exemplo, é possível que a temperatura do telefone celular aumente. Dessa forma, seus componentes dilatam, o que podem causar mal funcionamento do aparelho. Outros ambientes desaconselhados pelo professor Marcelo Zanateli, da FEI, são os de praia, de piscina e também o banheiro, onde há umidade.
- As baterias de produtos eletrônicos não podem ser jogadas em lixo comum.
Verdade. Quando são jogados no lixo comum, as substâncias químicas presentes nos eletrônicos penetram no solo, podendo entrar em contato com lençóis freáticos – se isso acontece, substâncias como mercúrio, cádmio, arsênio, cobre, chumbo e alumínio contaminam plantas e animais por meio da água. Com isso, é possível que a ingestão dos alimentos contaminados intoxique os humanos
sexta-feira, 22 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
MONTAGEM DE COMPUTADORES, UMA FORMA DE GANHAR DINHEIRO
Qual o principal beneficio da melhoria das condições econômicas de nosso país? Qual você acha que é o principal ganho que o cidadão comum pode ter com as empresas contratando mais e com o povo consumindo mais? A resposta para essas questões são muito simples e refletem uma realidade que ainda é nova para nós: A abertura de oportunidades.
Com o aquecimento da economia e com a expansão do emprego e da renda, é lógico que a população começa a comprar mais e itens que antes eram considerados como “de luxo” tem a sua real utilidade reconhecida e passam a ser considerados, “bens essenciais”. Dentre esses bens essenciais que compõem o enorme leque de novidades para as famílias brasileiras, nenhum teve um impulso de crescimento das aquisições tão grande e tão forte quanto os computadores.
Com a política de “inclusão digital” aplicada em extremo sucesso por nosso governo federal, os computadores hoje estão muito mais acessíveis e podem ser encontrados com muita facilidade nas casas dos brasileiros de todas as classes sociais e faixas de renda. Assim, como esse crescimento vem sendo constante e com a perspectiva da necessidade e upgrades e de trocas e substituições nesse parque instalado de computadores, uma boa opção para iniciar ou melhorar sua vida profissional e optar por atuar na área de montagem de computadores.
Contudo não é possível que você inicie nesse negócio sem a devida qualificação. Foi-se o tempo em que a montagem de computadores era coisa quase exclusivamente de curiosos e de “micreiros” mais aventureiros que “iam metendo as caras”, estudando e aprendendo sozinho e desempenhando um papel de “profissionais competentes”. No entanto esse tempo de romantismo e de amadorismo acabou há muito. Hoje, para ser bem sucedido nessa área, é necessário que você faça um bom curso de montagem de computadores e que dedique-se por um bom tempo ao minucioso estudo dos componentes e de suas condições de funcionamento individuais ou em conjunto. Tudo para ser capaz de oferecer a você o que há de melhor em matéria de montagem de computadores. Se assim não for, a probabilidade de que sua “carreira” seja muito curta e cheia de aborrecimentos é mito maior do que você pensa. Uma montagem de computadores mal feita pode redundar em substituições de peças constantes, o que tomaria toda a rentabilidade da máquina vendida e, até mesmo, um processo judicial. O que, dependendo da sentença final, inviabilizar totalmente a sua vida profissional; te levando a falência. Sem falar, é claro, que você se tornará um profissional mal visto no mercado.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Saiba quais são as ferramentas indispensáveis para montar o seu PC!
Se você tem interesse na parte de hardware, montagem de computadores e todos os assuntos ligados à área mais técnica do mundo da informática, não pode perder uma linha sequer deste artigo. Em complemento à série “Manutenção de PCs” que o Baixaki vem produzindo, falaremos aqui, das ferramentas que você vai precisar para poder montar o seu computador. Aqui você fica sabendo quais são as chaves, parafusos, alicates e todo o resto que não pode faltar na sua maleta de ferramentas.
Algumas destas ferramentas são fáceis de encontrar em qualquer lugar. Porém, algumas outras já são um pouco mais complicadas. Por isso, procure em lojas especializadas em computadores ou lojas de artigos multiuso. Os preços podem variar de acordo com a região do país em que você está, logo não podemos apresentar estimativas muito exatas. Pode até ser que algumas destas que compõem a lista já estejam na sua casa. Basta verificar!![]()
Como todos sabem, computadores possuem parafusos – vários, aliás. Portanto, um tipo de ferramenta que nã o pode faltar de jeito nenhum no seu kit de manutenção é a Chave de Fenda. Como existem dois tipos de parafuso, existem também, dois tipos de chave. Para os parafusos comuns (com apenas uma fenda) use a chave de ponta comum. Entretanto, a maioria dos parafusos do computador possui uma “estrela”, “cruz” ou qualquer outro nome que você queira chamar. O nome correto para este tipo de padrão é “Ponta Cruzada” ou “Phillips”.
Dica: Se for possível, adquira as chaves que tenham pontas imantadas. Ou seja, que possuem uma camada de ímã na ponta. Assim, você consegue evitar que os parafusos caiam na sua placa-mãe.
Alicate
Assim como as Chaves de Fenda, outro tipo de ferramenta que não pode faltar são os Alicates. Recomendamos que você tenha um bom alicate como o da imagem. Com esta ferramenta, você pode realizar tarefas que vão desde pressionar objetos, pinçar parafusos ou até mesmo cortar fios. Entretanto, não encorajamos interferir na parte elétrica do computador.Por ter o bico mais estreito que os outros alicates, este modelo é indicado para situações em que é preciso pegar objetos pequenos ou pressionar algum cabo ou outro material qualquer. Ele também possui uma região própria para cortes, apesar de não ser a principal função dele.
Dica: Tente não forçar muito o alicate nas peças mais delicadas. Use-o com calma e firmeza.
Peças pequenas
Rosca de base
A rosca de base se assemelha muito aos parafusos comuns, mas possui uma característica que a difere totalmente destas outras peças. A cabeça da rosca de base, como o nome já diz, é uma base para a entrada de outro parafuso. Por isso, ela deve ser colocada nos furos do gabinete para acoplar antes da metade inferior da Base de Suporte com Trava. Nunca prenda a sua placa-mãe com peças de metal sem isolamento, isto pode fazer com que ela queime ou fique seriamente danificada.
Mica
Como sabemos que a placa-mãe não pode entrar em contato com componentes metálicos sem isolamento, o uso da Mica é indispensável na montagem do seu computador. As extremidades da placa-mãe são presas pela Base de Suporte com Trava, contudo, existem outros furos na placa que precisam ser preenchidos para que ela não se mova de maneira alguma. Coloque a Mica no parafuso antes de prendê-lo à placa-mãe.
Dica: Em hipótese alguma esqueça de colocar a Mica nos parafusos que irão prender a placa-mãe.
Parafuso de Rosca Grossa
Existem dois tipos de Parafusos de Rosca Grossa, os de uso interno e os de uso externo. Normalmente, não se costuma misturar estes dois tipos justamente por desempenharem funções específicas. Os de uso externo prendem as tampas do gabinete e normalmente estão em pequena quantidade se comparados aos de uso interno. Para prender drives, placa-mãe e outros dispositivos, pode ser necessário utilizar Parafusos de Rosca Grossa, mas esta é uma situação incomum.
Parafuso de Rosca Fina
É um dos componentes que você vai precisar ter em grande quantidade. Boa parte dos dispositivos como discos rígidos, drives de CD, DVD e até mesmo disquetes precisam ser presos por Parafusos de Rosca Fina.
Base de Suporte com Trava
Por último e não menos importante, a Base de Suporte com Trava é essencial para garantir que a sua placa-mãe não irá queimar. Ela é dividida em duas partes, sendo que a inferior deve ser encaixada na Rosca de Base. Entretanto, o uso deste tipo de material tem sido deixado para trás porque muitos gabinetes já vêm com um encaixe pronto para as placas mães.
Dica: Não use este componente em todos os furos da sua placa-mãe, isto pode prejudicar a fixação da placa no seu gabinete.
Saiba como colocar fim à bagunça de fios e cabos do computador
Uma tarefa difícil -- nem tanto pela complexidade, mas sim pela paciência -- é organizar fios e cabos dos dispositivos eletrônicos que temos em casa. Geralmente renegados à parte de trás das mesas, racks e estantes, os famigerados fios geram uma bagunça e, sempre que saem do lugar, tornam-se um problema. A confusão também dificulta a limpeza.
Para ajudar você a organizar essa bagunça, vou escrever hoje sobre como arrumar os fios e cabos. A ideia não é restringir as dicas ao universo dos computadores, mas falar também da organização de forma genérica, abrangendo deste o PC até a sala de televisão.
>>>> Material
Aqui você confere equipamentos básicos para a organização e, mais embaixo, explico como usar esses produtos. Vou apresentar preços sugeridos, baseados em pesquisas na web e em compras que fiz dos produtos indicados. Podem existir variações de preços entre lojas, marcas e regiões do país.
Fitas de velcro. São muito úteis, pois podem ser abertas e fechadas múltiplas vezes, com bom aperto na hora de prender os cabos. Um kit com 20 fitas custa em torno de R$ 25.
Abraçadeiras de nylon. Elas têm a mesma finalidade das fitas de velcro. A vantagem delas é ter mais aperto, prendendo melhor os fios e cabos. Alguns modelos, mais caros, podem ser abertos e fechados diversas vezes. Outros, no entanto, só permitem que isso seja feito única vez – por isso, o uso é restrito para fios e cabos que não precisam ser soltos com frequência. As de tamanho pequeno, ideais para uso doméstico, têm custo aproximado de R$ 10 para o kit com cem unidades.
O organizador para cabos flexível permite envolver os todos os cabos que saem do computador. Por ser espiral, facilita a instalação (Foto: Fernando Panissi/G1
Organizador de cabos flexível. A mangueira em formato espiral é muito útil na hora de agrupar fios que vão para um mesmo lugar, como cabos de áudio e vídeo. Eles possuem diversos diâmetros e comprimentos. O custo para 1 metro desse organizador, com diâmetro de meia polegada, é de R$ 7.
Kits de organizadores de cabos. Esses kits são compostos de várias peças fixadas com fitas adesivas. Como possuem diversos tipos de presilhas, com diferentes formatos, eles são muito úteis para realizarmos a separação dos cabos por tipo. O custo destes kits varia muito entre as marcas e modelos. O kit da imagem custa em torno de R$ 10.
Gancho com ventosas. Sabe aqueles ganchos que compramos para colocar na cozinha ou banheiro? Sim, eles são úteis também na hora de organizar os cabos, desempenhando um papel de “varal” e separador. O custo médio de um kit com três ganchos fica em R$ 5. Nessa categoria entram também os ganchos com fita adesiva, para serem usados onde as ventosas não têm aderência.
Extras. Alguns outros produtos que podem ser úteis são fitas adesivas de dupla face, cola, cola quente, grampo de papel, fixadores de fios com pregos e por fim, algo inusitado, mas muito útil: arames que são usados em embalagens de pão de forma. Eles são práticos para enrolar cabos, além de não custarem praticamente nada. Claro que você pode comprá-los em substituição a fitas de nylon e de velcro, pois seu custo é bem inferior. Agora que os materiais já foram apresentados, vamos à prática.
Ganchos, fita adesiva de dupla face e prendedores de papel. Tudo pode ser usado para organizar seus cabos (Foto: Fernando Panissi/G1)
>>>> Computador
Já tive muitos problemas com os cabos do computador. Agora consigo manter tudo mais organizado, e vou explicar como fiz tudo na minha casa.
Como a grande maioria dos cabos do PC fica entre o gabinete e a mesa, os principais acessórios são o organizador de fios flexível, fitas de velcro, ganchos de fita adesiva e grampos de papel. Vocês já vão entender como usar tudo isso.
Com o organizador de fios flexível, criei um único caminho dos cabos de trás do gabinete até a mesa. Fios de teclado, mouse, monitor, caixas de som e USB vêm pelo organizador e saem dele à medida necessária para deixar a menor folga possível para o movimento dos periféricos.
Fita de velcro e gancho com fita adesiva permitem prender e esconder o excesso no cabo de força (Foto: Fernando Panissi/G1)
Ainda estou sem impressora, mas, em minha outra casa, o cabo dela seguia pelo mesmo organizador.
Usando a fita de velcro, deixei o cabo de força no tamanho correto para ficar pendurado na parte de trás da mesa, com o gancho de fita adesiva. A mesma regra vale para o cabo de força do monitor.
Para o cabo USB do celular ou câmera digital, usei o grampo de papel invertido, pois ele fica como uma base de suporte na mesa. Descobri esse macete no blog de tecnologia Lifehacker.
A parte de trás da mesa ganha cara nova com os cabos organizados (Foto: Fernando Panissi/G1)
Depois da organização, a mesa fica livre de fios (Foto: Fernando Panissi/G1)
>>>> Sala de TV
A bagunça de cabos na sala de TV é cada vez maior: TV, DVD, home theater, aparelho de som e aparelho de TV a cabo. Quem tem aqueles planos de telefone pela operadora de TV por assinatura ainda precisa colocar nesse pacote o modem de internet com saída para o aparelho de telefone e o próprio telefone – que, se for sem fio, tem o cabo de força. No meu caso, aproveitei ainda para colocar o roteador WiFi. Tudo isso no rack de sala.
Para organizar esses fios, você vai precisar, basicamente, de organizador de fios flexível, fitas de velcro, o kit de organizadores de cabos, alguns dos arames de pão de forma e fita dupla face.
O primeiro trabalho é separar todos os fios: os cabos de dados (áudio, vídeo, telefonia e rede) dos cabos de energia elétrica.
Os cabos de energia elétrica serão agrupados usando o organizador de fios flexível. Assim todos ficam centralizados e são levados a uma régua de energia que foi presa ao chão usando a fita dupla face, que não danifica o piso e mantém a régua fixa a um ponto. Para reduzir o tamanho dos cabos de força, é possível usar a fita com velcro.
Depois de organizar os cabos de força, vamos aos outros. Usando o kit de organizadores de cabos, criei uma espécie de guia atrás do móvel para os cabos de áudio das caixas acústicas do home theater. Também usei fixadores para guiar os cabos de áudio/vídeo que vêm do receptor de TV a cabo, levando-os para o aparelho de TV e home theater.
Montagem com as diversas etapas da organização dos cabos atrás de um móvel com TV, Som, DVD, Home Theater, Cable Modem e roteador Wifi (Foto: Divulgação/Fernando Panissi)
Com a fita de dupla face, fixei o roteador WiFi na parede, deixando-o em uma posição que não ocupa espaço no móvel. O aparelho está invisível para quem está na sala. Ainda assim, consigo ver os leds indicativos e manipular o roteador.
Com o kit de prender fios a parede (com pregos), fixei o cabo da TV de forma a não ocupar muito espaço e ser direcionado para as entradas atrás do móvel. Cada cabo posicionado deve ter comprimento suficiente para conseguir trabalhar atrás do móvel e permitir a limpeza do chão sem contato com a fiação.
Fonte da Matéria. Globo.com